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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Agora é pra valer!!

Ontem fui no médico e está confirmado. Já comecei a fazer os exames estão todos marcados e demorei mas me decidi, balão agora é real vai rolar mesmooo, eu não aguento a cara de pena das pessoas quando me olham e pensam como eu era e como estou agora. Tô na pilha quando penso que no meu aniversário de 31 anos eu posso estar 30 quilos mais magra ou com 30 quilos a menos isso é um sonho, tôp animada até para estudar para concursos, vou pegar firme quem sabe esse ano minha OAB sai.
Ontem estava assisitindo aquele programa mulheres ricas e sinceramente qual é o propósito daquilo quanta futilidade, e jé que estou falando de televisão Big Brother vamos combinar né, já deu o que tinha que dar né. Carnaval queria muito que a mangueira ganhasse, gostei da ousadia mas deixa pra lá. bjos
Estou em clima de despedida que algumas coisas, marquei nutricionista para amanhã e por coincidência hj vou em um rodízio de pizza, acho que é o último tão cedo não poderei mais.Neste final de semana tem congresso de mullheres em minha igreja com a pastora Sara Sheeva vai ser muito bom...To mega super hiper ansiosa!! bjos

domingo, 26 de fevereiro de 2012

“Sou gorda e aprendi a amar o meu corpo”

“Sou gorda e aprendi a amar o meu corpo”


Quando a norte-americana Jenn Leyva tinha 16 anos, seu pai lhe disse que, se ela perdesse peso,ganharia um carro de presente. Ela chorou, foi para seu quatro, terminou a lição de casa, deixou a casa da família e hoje vive em Nova York, onde é ativista das mulheres acima do peso e estuda bioquímica – para, entre outras coisas, entender a composição das moléculas de gordura.
Também mantém o Tumblr Fat and the Ivy, onde relata suas dores e delícias por ter quilos a mais do que o considerado “normal” por nossa sociedade. Foi lá que achei o texto que reproduzo a seguir, sobre a experiência de aprender a amar um corpo que todo mundo a ensinou a rejeitar. É um depoimento importante pela reflexão que traz. Confira e deixe sua opinião nos comentários:
“Quando chega o dia da minha aula de balé, 30 minutos antes, o medo e o pavor tomam conta dos meus pensamentos. Isso acontece porque tenho de escolher minha roupa e, embora tenha um armário bem abastecido, nunca fico contente com o resultado. Gasto pelo menos 20 minutos vasculhando minhas gavetas em busca de uma roupa que não existe. Procuro algo bacana, que fique bem em mim, mas me dou por vencida e acabo sempre optando pelo mesmo shorts masculinos e camisetas oversized.
Em seguida, começo a sentir medo de olhar meu corpo no espelho quando chegar à aula, ou de acabar me comparando a outras colegas. Penso em ficar na última fila, o mais longe possível dos espelhos. Quero evitar ser surpreendida pela visão de minha papada. Ou de minha barriga escapando da camiseta.
Nessa hora, tenho de me lembrar que, sim, sou bonita e, mais importante, digna de estar naquela classe com as outras meninas. Lembrar que amo meu corpo e que posso sentir prazer em movê-lo. Que posso ter esse momento e encontrar a beleza em mim.
Eu detesto classificar estes problemas (sim, eu reconheço que eles são problemas) como uma questão de “imagem corporal”. ”Imagem corporal” não diz respeito exatamente à imagem dos corpos. Mas sobre as relações que temos com eles. É sobre como os olhamos, como eles se movem, como os sentimos e os tratamos.
Na maioria dos debates que presenciei sobre isso, percebi que todos culpam os meios de comunicação e a publicidade por exporem as meninas a padrões impossíveis de alcançar – e assim deturpar a tal “imagem corporal” que temos. Mas mais do que vender produtos, esses estímulos midiáticos levam as pessoas a terem hábitos pouco saudáveis: dietas loucas, alimentação desordenada, uso de remédios não confiáveis, cirurgias desnecessárias.
E, no entanto, muitos desses comportamentos já me foram recomendados por profissionais da saúde. Veja, não sou obesa mórbida, embora os quilos a mais me acompanhem desde criança. Quando eu tinha oito anos, um médico chegou a ter uma conversa séria com meus pais, para alertá-los de que eu era “grande” demais para minha altura. Foi quando me deu uma lista com 10 dicas para que eu começasse uma dieta.
Era para ter sido um gesto qualquer, sem grandes implicações, mas tornei uma obcecada pela lista. Ali, enxerguei meu corpo como uma falha pessoal, e essa lista era chance que eu tinha de me redimir. Passei a seguir à risca as orientações, e a partir daí minha adolescência se encheu de consultas médicas com todos os tipos de especialistas, dietas mirabolantes, choros escondidos. Os médicos tratavam meu corpo como se ele fosse uma doença, e acreditei neles. Eu acreditava que minha gordura corporal significava que eu estava sobrando no mundo. Que era preguiçosa, desleixada, alguém em quem não devíamos confiar. Que, por isso, eu mesma não deveria confiar em mim. Mesmo quando sentia fome, não me sentava à mesa; não queria agravar esse problema.
Com o tempo, entendi que deveria me afastar dos tratamentos convencionais ditos de saúde caso quisesse de fato resolver meu problema de “imagem corporal”, pois eles eram consequência direta do entendimento errado que os médicos tinham de minha situação. Eu não tinha um problema; era apenas diferente. Para entrar em paz com meu corpo, tive de rejeitar tudo o que conhecia até então.
Passei eu mesma a escolher meus médicos e a estabelecer firmes limites nessas relações. Dizia claramente: “Não quero dietas. Quero uma alimentação adequada”. Assim, fui aprendendo a amar o meu corpo, minha flacidez, o jeito como meus músculos reagem aos movimentos. Abracei meus quilos a mais. E fiz isso porque me preocupo demais com meu corpo, com o relacionamento que construí com ele.
Quando estou na barra de balé, prestes a começar minha aula semanal, lembro-me de que, ainda que seja difícil, é importante que eu ame meu corpo. Que devo apreciar a graça dos meus movimentos. À medida em que começo a dançar, a saltar, percebo de que há poder no meu corpo: minhas pernas são saudáveis e me empurram para cima rapidamente, facilitando também o retorno.
Mesmo assim, ainda que eu tenha toda essa consciência, admito que tenho medo de ver, mesmo que de relance, algo feio no espelho. Até agora, no entanto, só vi o meu corpo. Meu corpo curvilíneo, gordo, mas bonito.”

Balão Intragástrico

Quero me sentir leve assim! Há muito tempo não me sinto leve!
Depois de muitas tentativas frustadas para emagrecer, sem sucesso um belo dia estava passeando pelos blogs e descobri um tal de balão intragástrico, nunca tinha ouvido falar daí marquei uma consulta e fui lá ver do que se tratava.
O médico muito atencioso, me explicou tudo e disse que meu plano cobre todo procedimento do balão, mas que ele me recomendava fazer logo a redução, porque com o balão eu poderia engordar novamente, aí começou meu dilema pq já quero engravidar mas só que se eu fizer a redução só daqui a 02 anos que posso engravidar, já o balão preciso esperar os 6 meses, retirar o balão e posso engravidar.
Fiquei muito pensativa mas hj tomei minha decisão não aguento mais essa vida de obesa e não tenho nada a perder colocando o balão, sendo assim esta semana já começo fazer os exames q o médico me passou e vou contando tudo para vcs de como está indo tudo...quem tiver experiências no assunto e quiser compartilhar por favor me esclareça...bjos e tenham uma semana abençoada!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Compramos nossa tão sonhada casa!!


Então, andei bem sumida mas Deus tem honrado minha família de forma sobrenatural, depois de um período conturbado em nossas vidas Deus só assim para explicar o que houve nos honrou com nossa tão sonhada casa. Estamos e ficamos muito felizes, a casa precisa de umas reformas mas devagar, vamos conseguir o importante é que realizamos nosso sonho e temos nossa casa. Outra promessa de Deus que se cumpriu em minha vida foi de andar de avião, mas anos atrás Deus havia me dito que me daria, e no momento de muita escassez e dificuldade em nossa vida, Deus mostrou quem manda e por mais que não merecemos ele cumpre sua palavras, pois ele não é homem para mentir!!
Foi uma viagem missionária para Argentina e Deus nos honrou e abençoou muito, marcou a minha vida nos sentido de confiar em Deus.
Creio que essa faze ruim em minha vida vai passar, e eu retomarei minha vida.
Ahh Conforme for indo minha reforma vou compartilhando com vcs!

 Mudando de assunto fiquei super feliz, ganhei um selinho da minha querida Ana Paula (blog:  http://anaficamagrinha.blogspot.com/).

E junto vem uma brincadeira com perguntas e respostas. 

1 - Nome do blog que voce mais visita? 
  Acho que todos, cada dia vejo um , não tenho um preferido, estou aqui para ajudar e ser ajudada.

2 - Nome de uma pessoa que voce nao gosta? 
?????

3 - Quando ve uma mulher o que mais observa? 

Nesta minha fase obesa, só observo o corpo!

4 - Quando ve um homem o que mais observa? 
O corpo, fico pensando que não gosto de homem gordo, pq meu marido iria gostar de uma mulher gorda!

5 - Como foi seu primeiro beijo e onde? 

Depois de uma mangueira gigante, foi com um vizinho amigo de infãncia que hj é casado com uma grande amiga, foi engraçado na época!

6 - Alguma vez ja caiu da cama? 

sempre caía.
7 - A palavra que disse hoje ao levantar da cama? 

oi  amor perdeu o soninho?


8 - Olhe para o lado direito o que voce ve? 
minha geladeira
9 - Sua altura e seu peso? 

1,58 e 97,7Kg

10 - Diga 5 marcas de sua preferencia? 
Natura,Malwee ,Positivo, HP,Samsung

11 - Ja bebeu a ponto de cair? 

não
12 - Alguma vez ja dormiu nua/nu? 

Sempre

13 - O que vai fazer depois de terminar o meme? 

arrumar minha casa
14 - Nome do ultimo blog que visitou? 

blog da Ana Paula
15 - O que diz sua mente? 
VoCÊ PRECISA REAGIR!!
16 - Dedique uma Musica aos indicados: 

Uma nova história (Fernandinho)






Deus abençoe a todas!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Vivendo em um campo minado...

O que leva uma pessoa a largar a família, namorado, amigos tudo  para trás em busca de um sonho e depois desse sonho realizado fica parada não faz nada.Meus Deus, o que estou fazendo com minha vida, há dois anos desde que me formei que não faço nada da minha vida, eu não sei dizer o que eu tenho feito para justificar a total ausência de qualquer coisa em minha vida, num sei...essa é sempre a minha resposta, estou sem força para retomar minha vida .
Ralei sonhei, busquei e realizei meu sonho de fazer minha faculdade de direito mas nada acontece, num sei como é isso! Não estudo para OAB, nem para concurso e também não procuro emprego, aonde eu vou parar dessa forma, só engordo estou com 97 quilos, fui no médico querendo colocar um balão no estômago e ele me disse para fazer logo uma redução...É o fundo do poço!! mesmooooo!
De uma coisa eu tenho estou fazendo exames médicos e vou começar uma dieta, do jeito que está não dá mesmoooo!!Se eu não estou me aguentando imagina meu marido!
Pronto falei!